É possível o SUS sem Médicos?


Temos assistido ao desenrolar de uma novela que não tem bandido e nem mocinho. Irremediavelmente somos vítimas de um sistema em que todos acreditamos, lutamos e achamos que conquistamos. Trata-se do Sistema Único de Saúde que nasceu há 20 anos como a grande esperança dos brasileiros, chegando a ser considerada uma das maiores conquistas na área social.

Se a discussão sobre a saúde pública no Brasil já era dramática, com a protelação da regulamentação da Emenda Constitucional 29 o quadro se agravou e tende a piorar. Institucionaliza-se o subfinanciamento e o SUS anda para trás. Com a omissão dos governantes e do Congresso Nacional, a escassez de recursos agrava a crise da saúde e, em vários estados da federação, o ambiente é de confronto, inclusive com médicos abandonando os serviços públicos.

É isso mesmo, os médicos estão desistindo do SUS. Os exemplos estão espalhados pelo país e o que eram atitudes isoladas tornaram-se movimentos coletivos, assumindo contornos dramáticos, como em Pernambuco no ano passado, e, mais recentemente, em Alagoas.

Por entender que esse processo é motivado pelo desencanto e pela impossibilidade de uma relação de trabalho suportável, não há que se falar em movimento reivindicatório. Impõe-se a falta de alternativa, em que os mais qualificados buscam a sobrevivência em outros espaços de atuação.

As formas de remuneração do trabalho, no SUS, continuam vergonhosas. Enquanto isso, os médicos são obrigados a acumular atividades, com jornadas exaustivas, em ambientes com precárias condições de atendimento, colocando em risco a qualidade da atenção à população.

Os chamados gargalos do sistema público determinam importantes limitações ao bom funcionamento da assistência médica. Basta visitar as unidades de atendimento de urgência e emergência para indignarmos e entender a situação em que nossos colegas são obrigados a conviver diuturnamente. É também revoltante encaminhar um paciente para assistência especializada sabendo que a grande maioria jamais vai ter acesso à consulta ou ao procedimento de média complexidade.

Pois bem, é difícil imaginar que os responsáveis pelo destino do sistema público de saúde possam estar arquitetando o SUS sem médicos, ou que a grande maioria da população, excluída da assistência médica no Brasil até o advento do SUS, deve se contentar com o pouco que vem sendo disponibilizado. Não podemos aceitar que assistência médica de qualidade seja privilegio de uma minoria que tem acesso ao sistema de saúde suplementar.

Diante desse triste quadro, não resta às entidades médicas outra atitude senão recrudescer a luta por mais verbas para o SUS, e por condições dignas de trabalho e remuneração decente para a categoria.

O primeiro passo foi dado no dia 21 de novembro de 2007, quando nos mobilizamos em um dia nacional de protesto que incluiu manifestações públicas e até paralisação de serviços em alguns Estados. Desde então, vários foram os movimentos em diversas unidades da federação, incluindo atividades e protestos junto ao Congresso Nacional e até uma carta aberta ao Presidente da República, em que nossas reivindicações são apresentadas publicamente.

Agora, enquanto as autoridades permanecem em silêncio, o Movimento PROSUS conquista mais adesões nos Estados e novas manifestações estão programadas. Na última semana de maio os médicos vão levantar suas vozes em seus locais de trabalho, em ruas e praças de todo o país promovendo debates e conversando com a população sobre as péssimas condições de trabalho e remuneração a que estão submetidos no SUS.

Nossas bandeiras já foram definidas. Lutamos para tornar o serviço público na área da saúde eficiente e de qualidade, com gestão competente e financiamento adequado. Queremos o reajuste dos honorários da tabela SUS, com a adoção da CBHPM; salário mínimo profissional de R$ 7.503,18, implantação de Plano de Cargos, Carreira e Salários e ainda uma Carreira de Estado, superando a famigerada precarização do trabalho e a ausência de médicos nos pequenos municípios e em regiões de difícil acesso.

Não há como esconder: a saúde vai mal, e sem um financiamento adequado, além de uma gestão competente, não há como prever melhorias.

* Geraldo Guedes é conselheiro do CFM por MG e coordenador da Comissão Nacional PROSUS

Ponte no Madeira Presidente do Sinduscom: tirar trânsito pesado da cidade é questão de bom senso e segurança


Presidente do Sinduscon, Chagas Neto, diz que tirar o trânsito pesado da área urbana e dever das autoridades,

Autor da Lei Federal que denomina “Presidente Juscelino Kubitscheck” a rodovia BR-364, o empresário Chagas Neto, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), considera que “qualquer proposta de manutenção do porto onde está hoje e de uma ponte na BR-319 no bairro da Balsa, representam um autêntico crime que se comete contra a cidade de Porto Velho”.

“Está na hora das lideranças dessa cidade pensar grande. Na situação atual não precisa ter muito senso crítico para notar que estamos vivendo uma situação absurda com a falta de uma política de trânsito adequada à realidade da nossa capital. E fica pior por causa do enorme volume de veículos pesados, transportando containeres e mercadorias diversas, tanto na direção do que chama de porto quanto saindo de lá”.

Para Chagas Neto, que como deputado federal (1987/1991) também foi o autor da lei que denomina Saul Bennesby a rodovia BR-425 (ligação de Abunã a Guajará-Mirim), “o crescimento de Porto Velho tem sido enorme e isso exige políticas públicas voltadas para suas necessidades”.

“E isso passa pela organização do trânsito, sendo que aqui, como prioridade, está a construção do anel viário lá na altura das Marcelinas e, como conseqüência, de um porto e da ponte sobre o Rio Madeira nas proximidades”.

O presidente do Sinduscon entende ser impossível deixar o problema das federalizadas avenidas Jorge Teixeira e Migrantes como está. “Aliás – disse – já passou da hora de nós termos medidas definitivas que retire o tráfego pesado da zona urbana, o que será bom também para os caminhoneiros”.

“Até quando vamos continuar sendo testemunhas de acidentes violentos, cuja culpa, como disse aquele caminhoneiro ouvido pelo Estadão hoje (6ª feira) não deve ser creditada apenas aos condutores de veículos pesados, mas, principalmente, aos que têm a responsabilidade gerencial da cidade”.

Chagas Neto lembra, ainda, que um dos benefícios em fazer o desvio do tráfego oriundo da BR-319 para uma outra região do município, no caso a área do Porto Chuelo, “é que vai se incentivar o desenvolvimento de outro pólo, beneficiando a capital”.
lucasassessoria@gmail.com

Ex-prestador de serviços tenta roubar malote da Empresa para qual trabalhava

O ex-proprietário de uma empresa que prestava serviço terceirizado (entregas) para a uma loja de Móveis e Eletrodomésticos de P. Bueno-RO, Eleandro da Silva, 22 anos, está sendo acusado de tentar, nesta sexta-feira, por volta das 17h55, roubar o malote com o dinheiro da empresa para a qual prestava serviço.

De acordo com a Polícia Militar, o fato aconteceu quando duas funcionárias estavam se deslocando até a agência Bancária na cidade para realizar o depósito, porém quando Eleandro anunciou o roubo uma das funcionárias começou a correr e a pedir socorro, ele então foi forçado a desistir do crime, pois havia várias pessoas nos comércios próximos, evadindo-se do local em uma motocicleta de cor preta em alta velocidade.

PM informada
Uma guarnição da PM com o cabo Jonathan e o PM Deivid estava em patrulhamento nas proximidades e avistou uma motocicleta em alta velocidade. Neste momento eles foram informados sobre o roubo e notaram que as características do motociclista eram as mesmas do suspeito da tentativa do roubo. Eles perseguiram o acusado até o KM 3 da RO 010 deram ordens de parar, mas foi necessário um tiro de advertência para que o acusado parasse.

Negou
A princípio Eleandro negou o crime e disse que apenas havia deixado sua esposa em um mercado, na saída para Rolim de Moura. Policiais do Núcleo de Inteligência da Policia Militar em Pimenta Bueno, foram até o local e a identificou quando tentava embarcar em um ônibus com destino a cidade de Alta Floresta/RO e a conduziu a DPC. Ela estava de posse de um capacete de cor preta com viseira escura (capacete este utilizado no momento da tentativa de roubo).

Mulher do acusado
Com ela a Polícia encontrou sete munições intactas calibre .38. Eleandro foi conduzido a delegacia e diante das evidências confesso o crime. Disse ele, segundo a Polícia que a arma utilizada foi jogada no mato próximo ao local da abordagem, foram realizadas buscas no local, porém a arma não foi localizada.

Moto
A motocicleta utilizada por Eleandro na tentativa de roubo uma NX400 Falcon, marca Honda, de Placa NDC-3330, estava com a placa adulterara para NDO-8838. Ele informou que ele próprio havia realizado a adulteração. O acusado foi conduzido e apresentado na DPC local juntamente com as munições, o capacete e a motocicleta com a placa adulterada, conforme BOP 0564/09.

Cabeleireira transforma assaltante em escravo sexual na Rússia

Um estranho caso de assalto e estupro envolvendo um criminoso e uma cabeleireira está mobilizando a polícia russa.

Segundo o site "Life.ru", uma cabeleireira de 28 anos identificada como Olga teve o salão invadido por um assaltante na terça-feira (14). Ela, que é treinada em artes marciais, conseguiu render o homem de 32 anos, identificado como Viktor, e levou-o para uma sala reservada.

Olga teria usado um secador de cabelo para render o assaltante, e acabou prendendo-o, mas não chamou a polícia.

Ela teria obrigado o criminoso a tomar o estimulante sexual Viagra, para depois abusar dele por diversas vezes, durante os dois dias seguintes.

Depois de ser libertado, Viktor foi ao hospital para curar seu órgão sexual "contundido", e depois registrou queixa contra Olga. No dia seguinte, foi a vez de Olga registrar queixa contra Viktor por assalto.

A história fica ainda mais confusa, segundo o "Life.ru", porque a polícia não tem certeza de quem é o verdadeiro criminoso nesse caso de assalto que terminou em "estupro".

Em Porto Velho, não diga que o rei está nu! - Eliane Brum

ELIANE BRUM ebrum@edglobo.com.br - Repórter especial de ÉPOCA, integra a equipe da revista desde 2000. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de Jornalismo. É autora de A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo)

Estive em Porto Velho, Rondônia, no final de março. No norte do país, o estado se prepara para a construção de duas controvertidas usinas no Rio Madeira, Santo Antonio e Jirau, obras que são vitrines do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, e já mereceram visita recente do presidente Lula. Funcionários especializados das empresas dos consórcios responsáveis pela implantação das usinas estão chegando com suas famílias para se instalar na capital pelos próximos anos.

Como sempre que viajo, por curiosidade pessoal e por obrigação profissional, gosto de ouvir as pessoas nas ruas. Em Porto Velho, as reclamações eram muitas. Os que estão chegando, pelas dificuldades que encontram. Os que estão lá, porque as dificuldades que já existiam multiplicaram-se com a chegada de mais gente. No domingo em que me despedi da cidade, a manchete de um dos jornais da capital era: “Médicos ameaçados de morte nos postos de saúde da capital”. A causa: demora no atendimento.

As razões que me levaram a Rondônia eram outras e nada tinham a ver com a precária infra-estrutura de Porto Velho. Mas, para um jornalista, deixar de contar uma história é deixar de cumprir seu dever. Decidi fazer uma matéria para este site, com foco no cenário encontrado pelos recém-chegados. Antes, como agora, o interesse jornalístico era óbvio.

Na matéria, eu mostrava que Porto Velho tinha problemas sérios de atendimento nas áreas da saúde, educação e saneamento básico. E um pouco mais: carência de espaços públicos, como praças e parques, ruas e calçadas esburacadas e acúmulo de lixo. Quem chegava, encontrava ainda aluguéis triplicados. Quem já estava lá, tinha dificuldade de renovar seus aluguéis porque as imobiliárias apostavam no poder aquisitivo dos novos moradores.

Essa era a história. Por contá-la, fui transformada numa espécie de inimiga pública de Rondônia. Como foi afirmado num artigo, em um site, “Nunca na história deste Estado tantos em tão pouco tempo se levantaram para atacar uma mesma pessoa, a anti-heroína Eliane Brum”. Uma das pessoas entrevistadas por mim, com nome e sobrenome na matéria, foi caluniada e perseguida. Um dos caluniadores descobriu suas fotos no Orkut e estimulou, ainda, uma campanha contra ela pela internet. Comentários feitos nesse site – e em outros – referiram-se a mim e a meus entrevistados com palavrões e ofensas de todo o gênero, passíveis de serem enquadrados como crime no Código Penal. Para não violar a lei, eles não serão reproduzidos aqui.

No início, fiquei chocada e sem entender. Afinal, sou jornalista há mais de 20 anos e já fiz centenas de matérias denunciando problemas de saúde, educação e saneamento básico, sem que jamais alguém estranhasse o fato de estar fazendo meu trabalho. Respirei fundo e passei a desconstruir as críticas, com a convicção de que deveria aproveitar a oportunidade para aprender mais sobre Rondônia.

Denunciar problemas é uma das mais importantes obrigações da imprensa em qualquer país do mundo. Apenas governos de países totalitários se notabilizam por atacar jornalistas que mostram os fatos como os fatos são. Em nenhuma das reações à matéria – de parte dos políticos, empresários e população –, alguém afirmava que os problemas mencionados na matéria não existiam. As informações estavam corretas. O suposto crime ao qual me condenavam era o fato de divulgá-las no site de uma revista nacional.

Cheguei então a uma curiosa conclusão: fui caluniada publicamente por ter ousado dizer que em Porto Velho há problemas. Ou seja: para parte da população e dos dirigentes, o que revolta não são os problemas, mas dizer que eles existem. Ou seja: basta apedrejar quem denuncia os problemas que os médicos vão se multiplicar, as vagas na escola vão aparecer e os buracos desaparecer.

A próxima pergunta era óbvia: por que as pessoas que se unem para me difamar não se unem para reivindicar a melhoria das condições de vida em Porto Velho? Por que não usam essa indignação para exigir cidadania e cumprimento das promessas de campanha? Não sei. Bom para os responsáveis que os eleitores se enfureçam não com os problemas, mas com quem diz que os problemas existem.

Onde eu já vi isso? Um inimigo comum sempre foi muito útil para tirar o foco das mazelas reais. A História é pródiga em exemplos, no Brasil e fora dele, no passado e no presente. O truque é velho, o surpreendente é que alguém ainda caia nele. Melhor, claro, se o suposto inimigo vem do Exterior. Sim, porque foi isso que eu também descobri. Em Rondônia, eu sou uma estrangeira. Eu e meus entrevistados que lá chegavam. Nós todos, que não gostamos de buracos nas ruas, assistência ruim e desmatamento, deveríamos voltar para o lugar de onde viemos, o Brasil. Como “estrangeiros”, não temos direito de apontar mazelas.

Alguns ressuscitaram jargões da ditadura, período histórico, aliás, em que Rondônia multiplicou muitas vezes a sua população por estímulo do governo federal e de sua desastrada ocupação da Amazônia. Foram adaptados os mantras, algo como “Rondônia, ame-a ou deixe-a”. Eu, claro, não a amava. Nem os recém-chegados que ousavam criticá-la. Mais uma conclusão: para amar uma cidade é preciso ser cego. Deixe seus olhos e seu senso crítico na divisa. Ou seria fronteira?

Então entendi. Eu deveria ter escrito uma fábula sobre as maravilhas da cidade de Porto Velho. Me enganei de conto. Acabei protagonizando uma versão rondoniense de “A roupa nova do rei” e virei aquele menino que ousa dizer que o rei esta nu. Alguém esqueceu do fim da história. No meu livro, o menino não era atacado por dizer a verdade. Era o rei que ficava envergonhado ao ver que todos enxergavam sua nudez.

O problema é que eu amo Rondônia. Amo tanto que acho que Porto Velho merece ser uma cidade melhor do que é. E ouso achar isso porque sou brasileira e aquele estado me pertence tanto quanto a qualquer um. Acabo de voltar de uma viagem pelas capitais amazônicas. E, se todas têm problemas, nenhuma é tão carente de infra-estrutura e de espaços públicos quanto Porto Velho. E isso não acontece porque é uma cidade nova, porque outras o são na Amazônia.

Fazer de Porto Velho um lugar melhor para viver é tarefa de todos nós. E minha melhor colaboração é fazer bem meu trabalho de jornalista. Por isso, passada a decepção causada pela virulência das ofensas, não vejo a hora de voltar a Porto Velho e me debruçar sobre outros graves problemas da cidade e do Estado. É uma pena que jornalistas de todo o país não viajem mais seguido a Rondônia para exercer o ofício de registrar a história cotidiana do Brasil.

Devo desculpas, sim, a uma de minhas entrevistadas e à sua família. Ao contar suas dificuldades de adaptação a Porto Velho na matéria, eles foram vítimas de uma violenta reação por parte da população. Conversamos por cerca de uma hora, por telefone, dias depois dos ataques pela internet. Eles também estavam revoltados comigo. Era eu a culpada. Qual era o problema? Eles tinham dado a entrevista, as informações estavam corretas, mas, ao citar seu nome e sobrenome na matéria, foram crucificados. Se já estava difícil se adaptar à cidade, pior ficou com parte da população mandando que, se não estivessem gostando, que voltassem para casa. Como se não tivessem tanto direito quanto qualquer um de estar ali e de falar sobre as dificuldades que enfrentavam.

Eles têm razão. Eu não deveria ter divulgado o nome deles na matéria. Costumo dar palestras e oficinas sobre Jornalismo e um dos tópicos que abordo é a proteção das fontes. Nós, jornalistas, temos o dever de saber o que pode acontecer com nossos entrevistados quando as matérias são publicadas. E esse é um cuidado que eu sempre tomo no exercício da profissão. Nunca imaginei, porém, que alguém pudesse ser perseguido por dizer que encontrou problemas numa capital. Aprendi. Em Rondônia, só podemos divulgar os nomes dos entrevistados se eles afirmarem, como os bajuladores da fábula, que o rei está vestindo o mais belo traje do mundo, de preferência tecido com ouro e prata.

Já eu, como jornalista, sigo cumprindo meu dever: o rei está, sim, nu. Porto Velho tem problemas. E eles são graves. Como cidadã, espero que a parte mais lúcida da população, que também se manifestou, continue reivindicando uma cidade melhor para viver. Como jornalista, vou seguir fazendo a minha parte.

Revista Época

Socialismo fracassou, capitalismo quebrou: o que vem a seguir?

Por Eric Hobsbawm*
Seja qual for o logotipo ideológico que adotemos, o deslocamento do mercado livre para a ação pública deve ser maior do que os políticos imaginam. O século XX já ficou para trás, mas ainda não aprendemos a viver no século XXI, ou ao menos pensá-lo de um modo apropriado. Não deveria ser tão difícil como parece, dado que a idéia básica que dominou a economia e a política no século passado desapareceu, claramente, pelo sumidouro da história. O que tínhamos era um modo de pensar as modernas economias industriais – em realidade todas as economias -, em termos de dois opostos mutuamente excludentes: capitalismo ou socialismo.

Conhecemos duas tentativas práticas de realizar ambos sistemas em sua forma pura: por um lado, as economias de planificação estatal, centralizadas, de tipo soviético; por outro, a economia capitalista de livre mercado isenta de qualquer restrição e controle. As primeiras vieram abaixo na década de 1980, e com elas os sistemas políticos comunistas europeus; a segunda está se decompondo diante de nossos olhos na maior crise do capitalismo global desde a década de 1930. Em alguns aspectos, é uma crise de maior envergadura do que aquela, na medida em que a globalização da economia não estava então tão desenvolvida como hoje e a economia planificada da União Soviética não foi afetada. Não conhecemos a gravidade e a duração da atual crise, mas sem dúvida ela vai marcar o final do tipo de capitalismo de livre mercado iniciado com Margareth Thatcher e Ronald Reagan.

A impotência, por conseguinte, ameaça tanto os que acreditam em um capitalismo de mercado, puro e desestatizado, uma espécie de anarquismo burguês, quanto os que crêem em um socialismo planificado e descontaminado da busca por lucros. Ambos estão quebrados. O futuro, como o presente e o passado, pertence às economias mistas nas quais o público e o privado estejam mutuamente vinculados de uma ou outra maneira. Mas como? Este é o problema que está colocado diante de nós hoje, em particular para a gente de esquerda.

Ninguém pensa seriamente em regressar aos sistemas socialistas de tipo soviético, não só por suas deficiências políticas, mas também pela crescente indolência e ineficiência de suas economias, ainda que isso não deva nos levar a subestimar seus impressionantes êxitos sociais e educacionais. Por outro lado, até a implosão do mercado livre global no ano passado, inclusive os partidos social-democratas e moderados de esquerda dos países do capitalismo do Norte e da Australásia estavam comprometidos mais e mais com o êxito do capitalismo de livre mercado.

Efetivamente, desde o momento da queda da URSS até hoje não recordo nenhum partido ou líder que denunciasse o capitalismo como algo inaceitável. E nenhum esteve tão ligado a sua sorte como o New Labour, o novo trabalhismo britânico. Em suas políticas econômicas, tanto Tony Blair como Gordon Brown (este até outubro de 2008) podiam ser qualificados sem nenhum exagero como Thatchers com calças. O mesmo se aplica ao Partido Democrata, nos Estados Unidos.

A idéia básica do novo trabalhismo, desde 1950, era que o socialismo era desnecessário e que se podia confiar no sistema capitalista para fazer florescer e gerar mais riqueza do que em qualquer outro sistema. Tudo o que os socialistas tinham que fazer era garantir uma distribuição eqüitativa. Mas, desde 1970, o acelerado crescimento da globalização dificultou e atingiu fatalmente a base tradicional do Partido Trabalhista britânico e, em realidade, as políticas de ajudas e apoios de qualquer partido social democrata. Muitas pessoas, na década de 1980, consideraram que se o barco do trabalhismo não queria ir a pique, o que era uma possibilidade real, tinha que ser objeto de uma atualização.

Mas não foi. Sob o impacto do que considerou a revitalização econômica thatcherista, o New Labour, a partir de 1997, engoliu inteira a ideologia, ou melhor, a teologia, do fundamentalismo do mercado livre global. O Reino Unido desregulamentou seus mercados, vendeu suas indústrias a quem pagou mais, deixou de fabricar produtos para a exportação (ao contrário do que fizeram Alemanha, França e Suíça) e apostou todo seu dinheiro em sua conversão a centro mundial dos serviços financeiros, tornando-se também um paraíso de bilionários lavadores de dinheiro. Assim, o impacto atual da crise mundial sobre a libra e a economia britânica será provavelmente o mais catastrófico de todas as economias ocidentais e o com a recuperação mais difícil também.

É possível afirmar que tudo isso já são águas passadas. Que somos livres para regressar à economia mista e que a velha caixa de ferramentas trabalhista está aí a nossa disposição – inclusive a nacionalização -, de modo que tudo o que precisamos fazer é utilizar de novo essas ferramentas que o New Labour nunca deixou de usar. No entanto, essa idéia sugere que sabemos o que fazer com as ferramentas. Mas não é assim.

Por um lado, não sabemos como superar a crise atual. Não há ninguém, nem os governos, nem os bancos centrais, nem as instituições financeiras mundiais que saiba o que fazer: todos estão como um cego que tenta sair do labirinto tateando as paredes com todo tipo de bastões na esperança de encontrar o caminho da saída.

Por outro lado, subestimamos o persistente grau de dependência dos governos e dos responsáveis pelas políticas às receitas do livre mercado, que tanto prazer lhes proporcionaram durante décadas. Por acaso se livraram do pressuposto básico de que a empresa privada voltada ao lucro é sempre o melhor e mais eficaz meio de fazer as coisas? Ou de que a organização e a contabilidade empresariais deveriam ser os modelos inclusive da função pública, da educação e da pesquisa? Ou de que o crescente abismo entre os bilionários e o resto da população não é tão importante, uma vez que todos os demais – exceto uma minoria de pobres – estejam um pouquinho melhor? Ou de que o que um país necessita, em qualquer caso, é um máximo de crescimento econômico e de competitividade comercial? Não creio que tenham superado tudo isso.

No entanto, uma política progressista requer algo mais que uma ruptura um pouco maior com os pressupostos econômicos e morais dos últimos 30 anos. Requer um regresso à convicção de que o crescimento econômico e a abundância que comporta são um meio, não um fim. Os fins são os efeitos que têm sobre as vidas, as possibilidades vitais e as expectativas das pessoas.

Tomemos o caso de Londres. É evidente que importa a todos nós que a economia de Londres floresça. Mas a prova de fogo da enorme riqueza gerada em algumas partes da capital não é que tenha contribuído com 20 ou 30% do PIB britânico, mas sim como afetou a vida de milhões de pessoas que ali vivem e trabalham. A que tipo de vida têm direito? Podem se permitir a viver ali? Se não podem, não é nenhuma compensação que Londres seja um paraíso dos muito ricos. Podem conseguir empregos remunerados decentemente ou qualquer tipo de emprego? Se não podem, de que serve jactar-se de ter restaurantes de três estrelas Michelin, com alguns chefs convertidos eles mesmos em estrelas. Podem levar seus filhos à escola? A falta de escolas adequadas não é compensada pelo fato de que as universidades de Londres podem montar uma equipe de futebol com seus professores ganhadores de prêmios Nobel.

A prova de uma política progressista não é privada, mas sim pública. Não importa só o aumento do lucro e do consumo dos particulares, mas sim a ampliação das oportunidades e, como diz Amartya Sen, das capacidades de todos por meio da ação coletiva. Mas isso significa – ou deveria significar – iniciativa pública não baseada na busca de lucro, sequer para redistribuir a acumulação privada. Decisões públicas dirigidas a conseguir melhorias sociais coletivas com as quais todos sairiam ganhando. Esta é a base de uma política progressista, não a maximização do crescimento econômico e da riqueza pessoal.

Em nenhum âmbito isso será mais importante do que na luta contra o maior problema com que nos enfrentamos neste século: a crise do meio ambiente. Seja qual for o logotipo ideológico que adotemos, significará um deslocamento de grande alcance, do livre mercado para a ação pública, uma mudança maior do que a proposta pelo governo britânico. E, levando em conta a gravidade da crise econômica, deveria ser um deslocamento rápido. O tempo não está do nosso lado.

Artigo publicado originalmente no jornal The Guardian
Tradução do inglês para o espanhol: S. Segui, integrante dos coletivos Tlaxcala, Rebelión e Cubadebate.
Tradução do espanhol para o português: Katarina Peixoto

Neodi destaca parceria da ALE e governo na aquisição de ambulâncias

Ao participar da solenidade de entrega de 62 ambulâncias para a Secretaria de Estado da Saúde, o Presidente do Poder Legislativo, deputado Neodi Carlos (PSDC) se disse satisfeito em ver o resultado do trabalho realizado pelo Poder que representa, na contenção dos gastos e economia do erário. Isso, segundo o presidente, está possibilitando que o Governo do Estado incremente ações de aparelhamento no setor da saúde, entre outros. Em dois anos de contenção de despesas, o Poder Legislativo retornou aos cofres do Executivo mais de 60 milhões que estão sendo usados para melhoria de vários setores sociais. A solenidade aconteceu na última quarta-feira (15)

Foram entregues em solenidade ao lado do Palácio Getúlio Vargas, 62 ambulâncias, sendo que desse total, cinco (5) são UTIs neonatais, as primeiras desse tipo no estado. O investimento nas ambulâncias foi de mais de 3,2 milhões de reais. Os veículos foram adquiridos em parceria com a Assembléia Legislativa (ALE). As ambulâncias fazem parte do programa estadual de resgate de pessoas com risco de morte.

As ambulâncias equipadas com aparelhos de UTI neonatal são essenciais para o atendimento de recém nascidos de gestações de risco. Em Rondônia a falta de transporte adequado, por parte dos municípios, coloca os índices de mortalidade em bebês, com complicações no parto ou de gestações de risco, em números alarmantes. O objetivo do estado é minimizar o número de mortes. Os veículos serão utilizadas em pequenas localidades e distritos.

Participaram também da solenidade os deputados estaduais Valdivino Tucura (PRP), Luizinho Goebel (PV), Amauri dos Santos (PMDB), Luiz Cláudio (PTN), Tiziu Jidalias (PMDB) e Ezequiel Neiva (PPS).

Licença maternidade de seis meses,um bom tema para tratar no dia das mães

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, a amamentação é o período em que são criados os laços de carinho e confiança entre mãe e filho, indispensáveis para a criança desenvolver segurança e capacidade de aprendizado para a vida adulta.

Recomendada por diversas entidades médicas e pela Organização Mundial da Saúde, a licença-maternidade de seis meses se tornou uma conquista festejada entre as brasileiras que já tem acesso ao benefício. Ainda restrito ao serviço público, 108 municípios brasileiros e 14 estados, além do Distrito Federal, comemoram a ampliação da licença maternidade. No dia 8 de março, em que é comemorado o dia internacional da mulher, o Governo do Pará aderiu à nova lei, estendendo o benefício inclusive às mães já em licença.

Mesmo antes da lei federal 11.770, de setembro de 2008, que ampliou a licença maternidade de 120 para 180 dias, 58 municípios e seis estados, entre eles São Paulo, se anteciparam e adotaram o período de seis meses. Além de conceder às servidoras públicas o benefício, a lei sancionada tem como objetivo incentivar as empresas privadas a aumentar o período, com isenção total no Imposto de Renda referente aos dois meses acrescidos à licença. No entanto, as empresas privadas terão que esperar até 2010 para obter essa isenção, já que o Orçamento da União de 2009 não contemplou o impacto fiscal da medida.

Os benefícios para a saúde do bebê e o relacionamento entre mãe e filhos podem ser contatados através dos depoimentos de fontes e personagens sugeridos a seguir:
Fontes:
Sociedade Brasileira de Pediatria – Contatos: (21) 2256-6856 / 2548-1999

Deputado reivindica obras para Rolim de Moura e São Felipe do Oeste


O deputado Neri Firigolo (PT) apresentou e o plenário da Assembleia Legislativa aprovou durante sessão ordinária, proposituras reivindicando obras rodoviárias nos municípios de Rolim de Moura na área urbana e na zona rural de São Felipe do Oeste.

Para atender a comunidade de Rolim de Moura, o deputado Neri Firigolo reivindicou ao Governo a necessidade de fazer investimentos, efetivando o serviço de recapeamento asfáltico da BR-364, na Avenida Norte Sul/Linha 184, que “corta” a sede do município.
Em outra reivindicação, o parlamentar petista reivindica a recuperação da Linha 208, saída para o município de São Felipe, com o desencadeamento dos serviços de patrolamento e encascalhamento a fim de propiciar melhor trafegabilidade neste trecho.

Por amor ao planeta Terra

Na semana passada publiquei aqui nesta nossa coluna um texto de autoria do Comandante dos Homens do Espaço, Ashtar Sheran (no sincretismo religioso Cristão e Hebraico é o Arcanjo Miguel), em que ele nos alerta sobre o descompasso dos nossos pensamentos e as conseqüências nocivas que eles acarretam.

Fala-nos também, o Arcanjo Miguel, deste período por que passamos (recebi aquele texto no ano de 1975 e só fui autorizado a publicá-lo agora) em que estamos saindo da noite galáctica e entrando num período de extrema claridade, no dia galáctico.

Corroborando com este pensamento, os Mayas (povo que desapareceu misteriosamente por volta do ano de 1360 d.C.) nos falam das tribulações que antecederão a entrada na era de luz (acontecimentos estes que vivemos atualmente, como cataclismos, terremotos, quebra do sistema financeiro, etc.) e que caberá a cada um de nós escolher que caminho deve seguir: se o do crescimento, da evolução espiritual, ou o do apego à matéria, da permanência no status quo.

A seguir apresento um texto colhido na Internet junto a pessoas de bem e de sérios propósitos evolucionistas, conclamando a cada um de nós a integrar uma corrente de bons pensamentos a fim de minorar a carga de energia deletéria que nos envolve. Trata-se de uma ação simples, mas de profundo significado. Quando um de nós anda por caminhos retos, muitos podem seguir seu exemplo, porém, quando muitos o fazem, a humanidade muda seu paradigma.

Nosso planeta passa por uma crise profunda e a humanidade vive uma época de duras provas a enfrentar.

Para compensar a falta de tempo na qual todos estão submersos, alguns grupos de pessoas de boa vontade se uniram e tiveram a excelente idéia de sincronizar suas meditações por cinco minutos, num horário comum, que permita à maioria das pessoas se interligarem, formando uma corrente mental.

Mas, para que esse horário? Para que todos possam ter a oportunidade de, mesmo sem tempo, ajudar, de alguma forma.

A iniciativa consiste no seguinte: todos os dias, das 23:00h às 23:05h (horário de Brasília), milhares de pessoas estarão enviando suas vibrações positivas ao planeta.

Não importa se você é católico, luterano, umbandista, candomblecista, batista, messiânico, kardecista, budista, hinduísta, agnóstico, judeu, teosofista, gnóstico, confucionista, taoista, adventista, espiritualista, esotérico, muçulmano, ateu.

Enviar vibrações positivas nada mais é do que visualizar o planeta com harmonia, paz e amor, vibrando positivamente ou mentalizando o planeta sendo envolvido por energias benéficas com cores vibrantes, tais como o branco, o dourado e o violeta (que são os mais usados).

Mas também podemos imaginar o planeta e irradiar luz e paz, como se estivéssemos fora dele, no espaço.

Mesmo que você não acredite que seja possível enviar vibrações positivas ao planeta e aos seres humanos, não precisa abster-se deste momento. Poderá aguardar o período de 23:00h às 23:05h (horário de Brasília) para, simplesmente, refletir sobre possíveis soluções para os problemas atuais. Simbolicamente, saberá que milhares de pessoas estão fazendo o mesmo, apenas de forma diferente.

O importante é a união dos pensamentos de todos, sabendo que estamos iniciando um esforço coletivo no sentido de nos tornarmos atentos e abertos aos problemas e dificuldades que assolam nosso planeta.

A Terra não pertence ao homem; o homem é que a ela pertence. Disto nós sabemos. Todas as coisas estão interligadas, como os laços que unem uma família. O que acontecer com a Terra acontecerá conosco. O homem não teceu a teia da vida, ele é um fio da mesma. O que ele fizer para a Terra estará fazendo a si próprio.

Caso você deseje participar desta corrente de meditação, mas não está seguro de como fazê-lo, entre em contato comigo, pelos telefones e email abaixo, que terei grande satisfação em ajudar.

Marco Anconi

DEPUTADO REIVINDICA OBRAS PARA ROLIM DE MOURA E SÃO FELIPE DO OESTE

O deputado Neri Firigolo (PT) apresentou e o plenário da Assembleia Legislativa aprovou durante sessão ordinária, proposituras reivindicando obras rodoviárias nos municípios de Rolim de Moura na área urbana e na zona rural de São Felipe do Oeste.

Para atender a comunidade de Rolim de Moura, o deputado Neri Firigolo reivindicou ao Governo a necessidade de fazer investimentos, efetivando o serviço de recapeamento asfáltico da BR-364, na Avenida Norte Sul/Linha 184, que “corta” a sede do município.
Em outra reivindicação, o parlamentar petista reivindica a recuperação da Linha 208, saída para o município de São Felipe, com o desencadeamento dos serviços de patrolamento e encascalhamento a fim de propiciar melhor trafegabilidade neste trecho.

LUIZ CARLOS KATATAL (PTB) participou da audiência com o governador e com Ministro da Saúde em Porto Velho

O presidente da Câmara vereador Luiz Carlos Katatal (PTB), voltou a chamar a atenção para a situação da ponte da Rua Rui Barbosa, destacando a os problemas enfrentados pelos moradores do bairro floresta que depende daquela ponte para chegar a cidade. Disse que é um problema que precisa resolvido com urgência, pois esta cerceando o direito de ir e vir dos cidadãos. Falou também sobre necessidade de construção da ponte que interliga os bairros Santo Antônio e Liberdade, frisando, que as crianças estudam no bairro Liberdade estão vindo pela marginal da BR correndo risco de vida. Falou ainda do perigo na entrada do bairro Santo Antônio, devido ao grande fluxo de veículos. Voltou a falar sobre o convênio com a Igreja Luterana dos Migrantes, que até agora não foi liberado. Destacou que o referido convênio foi aprovado no mês de maio do ano passado e a igreja já está tendo prejuízos devido à demora. Disse que algumas coisas no executivo não estão caminhando e que as questões primordiais precisam ser revistas. Falou que participou da audiência com o governador e com Ministro da Saúde em Porto Velho e ficou satisfeito com as propostas de funcionamento do Hospital Regional. Disse que finalmente a “cabeça de burro será desenterrada”. Falou que foi confirmado o repasse dos recursos de compensação das hidrelétricas para Cacoal e o governador confirmou que arcará com 5 milhões mensais para o funcionamento do hospital. Conforme o cronograma, a obra deve estar concluída até dezembro de 2009. Disse que o governo federal assumiu o compromisso de cuidar da parte do equipamento. Parabenizou o governo do Estado pelas ações desenvolvidas em Cacoal e também o deputado Valdivino Tucura pelas emendas destinadas ao município. Falou da entrega dos tratores para Cacoal e que será de grande importância para os agricultores. Falou que a Associação dos Pavani da Linha 06 e Maringá da Linha 11 foram contempladas com tanques de resfriamento. Disse que sabe das dificuldades da administração pública e que é preciso responsabilidade dos secretários.

Termina nesta terça-feira o prazo para contribuições à consulta pública que trata de mudanças nos concursos para a magistratura.

Os interessados podem enviar sugestões ao endereço eletrônico consultapublica@cnj.jus.br. A proposta está disponível na página de abertura do endereço eletrônico www.cnj.jus.br.

Até sexta-feira passada (03/04), a consulta pública recebeu aproximadamente 700 sugestões de juízes, servidores do Judiciário e advogados. O presidente da Comissão de Prerrogativas da Carreira da Magistratura do CNJ, conselheiro ministro João Oreste Dalazen, prevê que, dentro de 60 dias, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estará pronto o texto da resolução para ser submetida ao plenário do Conselho.

Proposta - A consulta pública tem o objetivo de padronizar as etapas e os programas dos concursos nos 66 tribunais do país. A principal preocupação é garantir que o candidato tenha, além de conhecimento técnico, uma formação humanística e conhecimentos em gestão e administração.

A proposta do CNJ estabelece seis etapas para a realização do concurso.São elas avaliação escrita e oral, exames de sanidade física e mental, psicotécnico, sindicância sobre a vida social do candidato, análise dos títulos acumulados e frequência obrigatória em curso de seis meses de preparação para os candidatos com prova eliminatória ao final. Para ser aprovado, o candidato tem de obter uma média mínima de seis pontos.



JG/SR
Agência CNJ de Notícias

Conselho Nacional de Justiça - Assessoria de Comunicação

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